A cada 15 minutos ocorre um roubo em Curitiba. Matéria indica o ViZiN como forma de prevenção.

Curitiba tem registrado uma nova ocorrência a cada 15 minutos. Este é o destaque da matéria do jornalista Carlos Irineu, em seu blog Sem Edição.

De acordo com o levantamento feito pela SESP (Secretaria de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária) de Curitiba, apontou que o número de roubos cresceu, na capital, em 129% desde 2007, quando as estatísticas apontavam 3.747 registros de roubo na capital. Entre janeiro e março de 2016, segundo o mesmo levantamento, o número de ocorrências chegou a 8.569.

A matéria também comenta pesquisa realizada pela GFK, que mostra que 64% dos brasileiros estão constantemente preocupados com a segurança pessoal – mais que o dobro da média mundial.

ViZiN pode ajudar moradores na prevenção

A matéria indica o ViZiN como uma forma de auxílio na segurança de bairros, através da união dos moradores para troca de alertas preventivos.

”É um ótimo aplicativo, só assim podemos ficar atentos às coisas que vem acontecendo. Um ajuda o outro”, diz o cobrador de estação tubo, Marcelo Cardozo.

Para conferir a matéria completa clique aqui.

 

Autor do Mapa da Violência alerta para crise afetar a segurança

Em reportagem para O Globo, o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz adverte para os problemas de segurança que podem se originar da crise econômica brasileira.

Ele é o autor do Mapa da Violência no país, desde 1998, e coordenador de estudos sobre Segurança Pública da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso). Segundo o sociólogo, em geral, o crime contra a propriedade, como roubos e furtos, tende a aumentar com as crises econômicas.

Confira algumas perguntas respondidas por ele:

Que tipo de impacto a crise econômica do país pode ter na Segurança Pública?

Essa crise é muito preocupante para a Segurança Pública. Há muitos anos não tínhamos a crise que temos neste momento. O mais perto que temos como exemplo é a situação de Alagoas, que, em crise em meados da década passada, teve uma greve prolongada da polícia, durante meses a fio. Os policiais praticamente sumiram das ruas, e houve aumento de todos os tipos de violência. Alagoas, que não era tranquila, mas estava do meio para baixo no ranking, subiu para o topo do Mapa da Violência. Os assaltos explodiram. A bandidagem tomou as ruas porque não havia praticamente atividade de repressão. Meu temor é que, neste momento, aconteça mais ou menos isso. Alguns estados estão sem dinheiro para gasolina, para patrulhar, para repor as saídas por aposentadorias e outros motivos. Vai haver um enxugamento no quadro e uma crise nas atividades de repressão e prevenção em muitos estados.

A crise, além de reduzir os investimentos na Segurança, leva a população a cometer mais crimes? Há relação direta?

Há vários estudos nessa área, comparando o ciclo econômico e o incremento da criminalidade. Em geral, o crime contra a propriedade, como roubos e furtos, tende a aumentar com as crises econômicas. Não aumenta tanto o crime contra a vida. Nesse caso, não há uma relação direta. Tem que haver um tempo de maturação da crise para se verificar um incremento nos crimes contra a vida. Não é imediato. Mas o crime contra a propriedade é quase imediato. Um estudo grande observou essa relação na Região Metropolitana de Belo Horizonte, há uns seis ou sete anos.

Mesmo com aumento gradativo dos investimentos em Segurança, a violência só aumenta. Investimos mal?

Em geral, o gasto público com Segurança Pública vai para a parte mais ostensiva, de equipamentos, de infraestrutura, de viaturas, da estrutura das delegacias e carceragens. Pouco, no geral, é aplicado em atividades de inteligência e menos ainda em atividades de prevenção da criminalidade. Não há grandes investimentos em sistemas informatizados, na melhoria da comunicação de dados entre as instituições, no tratamento de informações sobre criminalidade. Isso não é muito priorizado. Nessas áreas, importantes, não estamos muito bem. Nossos estudos são escassos para destrinchar a questão da criminalidade atual e aprender como combatê-la.

 

Leia mais sobre esse assunto na matéria original em ‘Essa crise é muito preocupante para a Segurança’, adverte autor do Mapa da Violência

 

 

Avançamos! ViZiN é uma das cinco startups finalistas do Elevator Pitch

A banca que definiu os escolhidos para a final do Elevador Pitch – Gazeta do Povo, aconteceu nesta quarta-feira (09/11), em Curitiba.

O projeto ViZiN foi uma das startups selecionadas, após apresentar a ideia de negócio para uma banca formada por executivos do Grupo Boticário, Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), Itaipu Binancional, Quantum, Fleety, Aldeia Coworking e GRPCOM.

Entre os critérios de seleção utilizados para definir as finalistas estão o potencial da solução apresentada, o mercado em que está inserida, a possibilidade de escalabilidade e as competências dos fundadores do startup.

evento de classificação Elevator Pitch

Fase final

Nossa próxima etapa será defender a sua ideia de negócio para um comitê avaliador durante 90 segundos em um elevador. Será neste domingo (13/11), no Edifício 2820, no bairro Água Verde.

Confira o perfil das cinco startups selecionadas para a fase final:

  • ViZiN
  • Lilibox
  • Host4Pet
  • Voopyn
  • Himarket

O Elevator Pitch é um evento promovido pela Gazeta do Povo que tem patrocínio da FAE Business School e da Itaipu Binacional e conta com o apoio técnico do IBQP.

Confira a matéria completa:  Gazeta do Povo.

 

ViZiN entre as 10 startups selecionadas no programa Elevator Pitch – Gazeta do Povo

Com grande satisfação, recebemos a notícia de que nosso projeto está classificado entre as dez startups do Paraná que irão participar da segunda fase do Elevator Pitch. O evento promovido pela Gazeta do Povo visa estimular a criação e o desenvolvimento de negócios inovadores no estado.

O próximo passo do ViZiN será apresentar a ideia de negócio para uma banca examinadora nesta quarta-feira (09/11). Cinco empresas serão selecionadas para a última fase e vão ter a oportunidade de defender a sua ideia de negócio em um elevador durante até 90 segundos.

A banca será formada por profissionais da Gazeta do Povo, do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), parceiro técnico do projeto, da Quantum, do Grupo Boticário, da Fleety, Aldeia Coworking, FAE e Itaipu Binacional.

Confira as startups selecionadas para a segunda fase do Elevator Pitch:

  • Tau Flow
  • Inspirador Plataforma de Busca Criativa
  • Gestour Brasil
  • Host4Pet Tecnologia
  • Lilibox
  • Himarket.Club
  • Visa.how
  • ViZiN
  • Voopyn
  • SSE Gridtech Sistemas e Soluções

Mais detalhes na matéria da Gazeta do Povo aqui.